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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Cães detectam câncer e salvam vidas

Centro de pesquisa do câncer pode ter uma nova ferramenta para o diagnóstico de tumores e não envolve máquinas. Pesquisa inovadora sugere que os cães são capazes de diagnosticar o câncer de pulmão apenas pegando uma lufada de ar de um paciente. O sentido de um cão de cheiro é uma ferramenta poderosa. Diz-se que se uma panela de cozido está cozinhando no fogão que um ser humano pode sentir o cheiro do cozido, mas um cão cheira a carne, as cenouras, ervilhas, batatas, especiarias e todos os outros ingredientes individuais. Nariz de um cão pode cheirar a sua respiração e saber exatamente o que você tinha para o almoço. Ele pode farejar um esconderijo de drogas secreta encontrar bombas escondidas, e ajudar a localizar uma pessoa desaparecida. A mais recente pesquisa revela que ela também pode detectar a presença de câncer de pulmão no corpo. Um estudo recente conduzido no Hospital Schillerhöhe na Alemanha concluiu que os cães têm a capacidade de reconhecer o cheiro de certos compostos orgânicos no corpo humano, que estão ligadas à presença de câncer de pulmão. Este avanço científico é uma notícia extraordinária, uma vez que prova que companheiro canino pode ser fundamental na detecção precoce do tradicionalmente difícil de detectar a doença. Durante o experimento, pesquisadores encheram tubos de ensaio com 220 amostras da respiração dos pacientes com e sem câncer de pulmão. Dois pastores alemães, um labrador e um pastor australiano foram então levados para farejar cada amostra. Os cães foram instruídos a deitar-se na frente de frascos de tubos de ensaio que continha amostras da respiração dos pacientes com câncer de pulmão infectado e tocar o nariz para eles. Os cães coletivamente identificados 71 de 100 pacientes infectados com a doença. Além disso, eles identificaram corretamente 93% das amostras livre do câncer. A pesquisa sugere que o câncer pode ter um odor característico, que decorre a partir de compostos químicos que são produzidos pela doença. Estes compostos são disse a circular através do corpo, acabou deixando os pulmões em forma gasosa. "Na respiração de pacientes com câncer de pulmão, não são susceptíveis de serem produtos químicos diferentes para as amostras da respiração normal e sentido dos cães de cheiro afiado pode detectar essa diferença em um estágio inicial da doença", Thorsten Walles, pesquisador principal do estudo, disse em uma declaração recente. O estudo alemão não é a única realizada com cães usando o nariz para identificar o câncer em pacientes. Em experimentos anteriores, os cães têm sido bastante precisos em farejar câncer de ovário, câncer de mama, câncer de cólon, melanoma, e até mesmo diabetes tipo 1, no entanto, o estudo recente prova a produzir os resultados mais promissores até o momento. De acordo com Walles, os resultados desses testes apontam para o fato de que existe um "marcador" reconhecível que denota o câncer de pulmão na respiração humana. Pesquisadores, no entanto, ainda não foram capazes de isolar os componentes exatos que os cães estão cheirando a fim de detectar o câncer. Mais estudos sobre o tema são planejados e os cientistas estão esperançosos de que em breve será capaz de identificar a assinatura química para a detecção precoce do câncer. Se isso for feito, será apenas uma questão de tempo antes que os cães podem ser considerados mecanismos para ajudar a identificar doenças como o câncer em seres humanos.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Coisas que você não sabe sobre cães

Por Natasha Romanzoti: Já que o cão é o melhor amigo do homem há cerca de 15.000 anos, você poderia pensar que os seres humanos os conhecem muito bem. Surpreenda-se com essa lista, que mostra que nossos animais de estimação preferidos são muito mais do que acreditamos: Eles pegam nossas doenças Em relação ao que nos faz mal, somos muito parecidos. Cerca de 6 milhões de cães são diagnosticados com câncer a cada ano. Eles também têm versões caninas de raras doenças humanas como uma neuronal que leva à incapacidade de caminhar ou controlar os músculos. Cachorros e humanos partilhando as mesmas doenças pode ser uma "boa" coisa: as pesquisas são mais fáceis de executar em animais, dando aos médicos um modelo da doença humana, e aos cães uma chance de cura. Eles podem cheirar nossas doenças Doenças como câncer, diabetes ou epilepsia podem ser detectadas por cães. Estudos mostram que os animais podem ser treinados para farejar câncer de pulmão, mama, pele, bexiga e próstata. Pesquisadores suspeitam que eles sentem "perfumes" extremamente tênues emitidos por células anormais. Eles também são muito usados para ajudar pessoas doentes. Pacientes com diabetes, por exemplo, cuja saúde pode ser prejudicada quando o açúcar aumenta em seu sangue, podem ser avisadas por cães (que detectam o odor destas flutuações) antes mesmo de sentir os sintomas. Também há casos relatados de cães que podem alertar pessoas epilépticas 45 minutos antes de um ataque começar. Eles "pensam" Segundo pesquisas, os cães podem ser tão inteligentes quanto crianças de 2 anos. Border collie é a raça de cães no topo da categoria "inteligência", capaz de entender até 200 palavras. Os poodles, pastores alemães, Golden retrievers e Dobermans completam o "top cinco" de raças mais inteligentes. O popular labrador vem em sétimo. Raças de cães de caça mais antigas, como buldogues e beagles, estão entre os alunos mais lentos do mundo canino. Ao contrário de raças de cães mais novas, projetadas para o companheirismo e a sociabilidade, as raças mais velhas foram criadas para farejar e caçar, com mais músculos do que cérebro. Eles podem nos deixar doentes Cães podem transportar patógenos aos humanos. A raiva, uma doença neurológica fatal, é a mais famosa. Porém, vacinas exigidas por lei podem interromper sua disseminação. Em alguns casos, alimentos para cães podem causar intoxicação alimentar em humanos, graças à contaminação pela bactéria Salmonella. Agora, o mais apavorante de tudo é um estudo que descobriu que os seres humanos podem contrair a lombriga parasita Toxocara canis apenas através de um afago na pele de seus cães infectados. A lombriga, que cresce nos intestinos de cães, pode crescer na parte de trás do olho de seres humanos, causando cegueira. Também podem se alojar em fígados e pulmões humanos. Essas infecções são raras, ainda assim, veterinários alertam que a higiene é importante para os proprietários de cães; lavar as mãos antes das refeições e após brincar com seu animal de estimação é indispensável. Eles também têm inveja Estudos sugerem que os cães sabem quando não estão recebendo tratamento justo. Quando cachorros faziam tarefas e não ganhavam nada por isso, mas outros cães sim, os não recompensados começavam a ficar agitados, arranhando-se e evitando o olhar dos cães recompensados. Eles também param de fazer a tarefa muito mais rápido do que se estivessem sozinhos e não fossem recompensados. Porém, eles não são tão invejosos quanto nós: os animais não pareciam se importar se outros cães ganhavam salsicha, enquanto eles só ganhavam pão, e também não ligaram se um outro cão ganhava comida sem fazer nada enquanto eles tinham fazer truques. Ainda assim, as conclusões são boas evidências de que a inveja não é só coisa de primata. Mas não se sentem culpados Você pode ter sido muito injusto com seu cão. O fato é que, quando ele lhe dá aquele "olhar de pena", não significa que ele esteja se sentindo culpado ou assumindo seu erro. Ele está apenas respondendo a sua repreensão. Quando os donos de cães repreendiam os animais por terem comido um lanche, eles olhavam com "cara de culpa" independentemente de terem mesmo ou não comido o lanche. Na verdade, os cães que foram injustamente acusados muitas vezes pareciam mais culpados. Ou seja, aquele olhar expressivo não significa nada, só que você está gritando com ele. Cães dóceis vivem mais Pesquisas afirmam que cães obedientes e de raças dóceis vivem mais. Os estudos compararam o uso de energia, as personalidades, as taxas de crescimento e a expectativa de vida de 56 raças de cães. Depois de controlar fatores como tamanho do corpo, os pesquisadores descobriram que raças agressivas viviam menos. Eles cresciam mais rapidamente, e tinham maiores necessidades de energia. Os resultados sugerem que, a procura de selecionar e cruzar raças com certa personalidade, os humanos inadvertidamente tocaram em características ligadas ao metabolismo e longevidade. Eles são a raça de mamíferos mais diversa Os cães apresentam uma incrível diversidade de forma corporal. Um estudo constatou que as diferenças entre os crânios de raças de cães são tão pronunciadas como as diferenças entre espécies de mamíferos completamente distintas. Um crânio de Collie, por exemplo, é tão diferente de um crânio de pequinês quanto o crânio de um gato é de uma de morsa. Toda esta diversidade faz dos cães uma espécie excelente para estudar genética. Eles fazem parte da nossa vida social No passado, as pessoas viam os animais como seres sagrados. O cão tinha um papel espiritual. O cão de três cabeças chamado Cérbero guardava o submundo do mito grego, enquanto os embalsamadores egípcios escolheram o deus cão Anúbis como seu patrono. No folclore maia, os cães levavam os mortos para sua vida no "além". No Nepal, o Festival de Outono de Tihar tem um dia especial para honrar os cães com guirlandas de flores e alimentos. Hoje em dia, os cães são vistos como simples animais de estimação, porém muito populares e queridos. 80% dos proprietários de cães relataram que interagem com seus cães por mais de duas horas por dia. Muitos relatam que vêem seus animais de estimação como filhos. O melhor amigo do homem pode até mesmo trazer mais amigos aos seus donos. Um estudo de 2000 descobriu que andar com um cachorro pelo menos triplicou o número de interações sociais que uma pessoa tinha. Mais do que isso: os cães incitam contato social mesmo quando o animal parece feroz ou o proprietário não está bem vestido.

sábado, 27 de agosto de 2011

Como lidar com desobediência canina

Hoje vamos falar sobre como lidar com desobediência.
Primeiramente, é fundamental distinguir entre desobedecer e não entender o comando. Se seu cachorro não te obedece porque ele não sabe o significado do comando, isto não é um problema de comportamento. Isso significa que você tem que continuar treinando esse comando específico com ele.
O problema começa quando seu cachorro não te obedece de propósito, embora ele conheça o comando que você lhe está dando. Você pode identificar isso quando ele já compreendeu e obedeceu ao mesmo comando muitas vezes antes.
Apesar de aparentemente uma pequena desobediência não parecer grande coisa, isto pode se tornar em um problema sério. Por exemplo, pode ser perigoso se ele não obedece seu comando "aqui" e corre em direção a uma rua movimentada, mas o pior é o que isso significa quanto ao seu relacionamento com ele. Desobediência vem do desrespeito. Quando seu cão não te obedece, ele está dizendo "Eu não respeito sua autoridade o suficiente para aceitar suas ordens" (mesmo que ele tenha um amor enorme por você). Se você deixar passar, isso pode se transformar em um problema de agressividade ou agressividade passiva.
Desobediência não é um problema para se ignorar. Isso só piora e pode se transformar em uma bola de neve.
O seu cachorro precisa reconhecer que você está acima dele na hierarquia da sua casa. Você precisa se acostumar com o conceito de que, aos olhos de seu cão, você tem que ser o cachorro alfa. Isso é fundamental para um relacionamento saudável com ele.
A princípio pode parecer cruel, mas para seu cão é mais confortável saber que tem alguém no comando da casa tomando as decisões, inclusive a respeito de seu comportamento e obediência. Não pode haver duvida na cabecinha dele, senão ele vai querer subir à posição de líder (às vezes até com violência). É assim que funciona na natureza.
Na grande parte dos relacionamentos entre cachorros e seus donos, esta hierarquia está muito clara e você não precisa necessariamente seguir todas as dicas abaixo. Porém, eu recomendo segui‐las em três situações: (a) quando seu cão ainda é filhote, (b) quando ele acaba de chegar à sua casa (se for já adulto) ou (c) se você estiver tendo problemas de desobediência. Essas dicas não vão deixar duvidas na cabecinha dele de quem é o chefe da casa.
Bom, para começar, o primeiro passo é re‐estabelecer sua dominância. Aqui vão as dicas:

1) Quando você for sair de casa ou do carro com seu cão, você sai primeiro e o cão sai depois. O cachorro alfa sempre vai na frente. Se você o deixar sair de casa ou do carro na frente, você está dizendo "Você é mais forte que eu; você deve ir primeiro pois você é o líder".
Dentro de casa não tem problema, mas toda vez que você sair de casa ou do carro você precisa fazê‐lo esperar você ir primeiro. Ele só pode sair depois que você o libere para sair.

2) O cachorro‐alfa é o que sempre come primeiro na matilha. Portanto você e sua família almoçam ou jantam primeiro, só então você serve a comida dele. Esperar meia hora não vai causar nenhum problema. Quando você for lhe dar a comida, faça-o sentar e esperar até que você o libere para comer.
Normalmente nós recomendamos um horário fixo para as refeições, mas se você tem um problema de desobediência com seu cão, você deve alimentá‐lo em horas diferentes a cada dia. Ele tem que entender que você controla a comida, não deixe ele criar expectativas de quando vai comer.

 3)Não deixe ele andar em todas as áreas da casa. Sua casa é a SUA toca e você PERMITE que ele entre. Isto é um privilégio que você lhe concede, não um direito que ele tem. Mantenha certas áreas da casa proibidas para ele, como sua cama, sofás e cadeira ou alguns cômodos.

4) Não deixe ele iniciar as brincadeiras. Se ele está te cutucando para brincar, você deve estar achando ele uma gracinha e amoroso, mas na verdade ele está dizendo "Eu sou o chefe e estou mandando você brincar comigo agora". Se ele está pedindo sua atenção, ignore‐o por uns momentos, levante‐se faça alguma outra coisa. Espere até ele se distrair e aí você inicia a brincadeira.

5) Quando você chegar em casa, não vá direto brincar com ele e mostrar toda sua afeição. Isso não é comportamento de cachorro‐alfa, o alfa chega a casa, relaxa por alguns minutos, talvez come alguma coisa e só depois brinca com o cachorro. Mesmo que você esteja louco para brincar com seu cão assim que chegar a casa, espere uns 3‐5 min. Isto vai fazer mais sentido para ele , e vai reafirmar sua autoridade.

6) Não dê chance para o azar. Sempre saia com o cachorro na coleira. Se ele resolver não te obedecer a fugir quando você chamar, você tem como controlá‐lo.

7) Não repita seus comandos. Se você repetir o comando, você vai ensinar‐o a esperar o comando pelo menos duas vezes antes de obedecer. Dê o comando e espere ele obedecer, sem ficar repetindo.

8) Agora, a melhor maneira de combater desobediência é começar, e manter uma rotina de adestramento de 15 min por dia. Usar reforço positivo é uma maneira muito mais agradável de estabelecer sua autoridade. Para grande parte dos cachorros, esse treinamento diário é mais do que suficiente e ele vai te obedecer em todas as áreas, você vai ver. 15 min é o máximo que cachorros conseguem manter a concentração, depois reduza para 10 min e depois 5 min só para repassar os comandos e nunca mais vai ter problemas.
Espero que essas dicas ajudem quando seu cachorro estiver te desobedecendo e
desafiando sua autoridade. Se você não tem problemas de autoridade com seu cão e ele
te obedece sempre, não precisa seguir tudo isso ao pé da linha. Mas se você começar
a implementar algumas dessas dicas, como a 2,3,7 e 8, isso vai ajudar para qualquer
cachorro.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

LARVA MIGRANS CULTANEA (BICHO GEOGRAFICO)



A doença de pele chamada "bicho geográfico", que ocorre no ser humano, é causada por um parasita (Ancylostoma braziliense, Ancylostoma caninum, A. stenocephaloa ou Gnathostoma spinigirum) que habita o intestino dos cães e gatos que não são vermifugados periodicamente.

Os animais defecam nas areias, na terra ou nas praças, e os ovos dos vermes se espalham nesses locais.
Esses ovos, em presença de calor e umidade, se transformam em larvas que ficam à espera de um hospedeiro, ou seja, um local apropriado onde possam viver.Quando as pessoas sentam ou pisam em um local infestado, as larvas perfuram o extrato epitelial (pele), mas não conseguem atravessar as camadas mais profundas. Porém, elas se mantém vivas por longo tempo, e passam a caminhar ao acaso, abrindo túneis microscópicos na pele. Essa penetração é comum de ocorrer nos pés e pernas das pessoas.
O tempo do processo pode variar de poucos dias a meses. O sintoma que mais incomoda é a coceira, que à noite chega a ser mais intensa, provocando até insônia.
O diagnóstico da doença no ser humano é fácil, devido ao aspecto dermatológico que a lesão causa. Os túneis causados pelas larvas são visíveis e esses "rastros" dão à pele a aparência do traçado de um "mapa", daí o nome "bicho geográfico". Clique aqui para ver imagens das lesões na pele humana.
Em geral, os antecedentes mais sugestivos são o contato com terrenos arenosos, praias e tanques de areia frequentados por cães e gatos. Por esse motivo, evite andar descalço ou sentar-se sem proteção sobre esses locais.
O tratamento consiste no uso de pomadas locais, porém, nas lesões mais extensas, ele é complementado com medicamentos por via oral.
É responsabilidade dos proprietários de cães coletarem as fezes de seus animais, onde quer que seja. É muito importante também vermifugar os animais periodicamente, no mínimo, uma vez por ano. Fezes de animais infestados de vermes que não são recolhidas causarão parasitose em outros cães e gatos, e "bicho geográfico" no ser humano.
Vermifugue seu animal de estimação e recolha sempre as fezes dele! Isso é importante para a saúde de todos.

LARVA MIGRANS CULTANEA (BICHO GEOGRAFICO)


A doença de pele chamada "bicho geográfico", que ocorre no ser humano, é causada por um parasita (Ancylostoma braziliense, Ancylostoma caninum, A. stenocephaloa ou Gnathostoma spinigirum) que habita o intestino dos cães e gatos que não são vermifugados periodicamente.

Os animais defecam nas areias, na terra ou nas praças, e os ovos dos vermes se espalham nesses locais.
    
Esses ovos, em presença de calor e umidade, se transformam em larvas que ficam à espera de um hospedeiro, ou seja, um local apropriado onde possam viver.

Quando as pessoas sentam ou pisam em um local infestado, as larvas perfuram o extrato epitelial (pele), mas não conseguem atravessar as camadas mais profundas. Porém, elas se mantém vivas por longo tempo, e passam a caminhar ao acaso, abrindo túneis microscópicos na pele. Essa penetração é comum de ocorrer nos pés e pernas das pessoas.

O tempo do processo pode variar de poucos dias a meses. O sintoma que mais incomoda é a coceira, que à noite chega a ser mais intensa, provocando até insônia.

O diagnóstico da doença no ser humano é fácil, devido ao aspecto dermatológico que a lesão causa. Os túneis causados pelas larvas são visíveis e esses "rastros" dão à pele a aparência do traçado de um "mapa", daí o nome "bicho geográfico". Clique aqui para ver imagens das lesões na pele humana.

Em geral, os antecedentes mais sugestivos são o contato com terrenos arenosos, praias e tanques de areia frequentados por cães e gatos. Por esse motivo, evite andar descalço ou sentar-se sem proteção sobre esses locais.

O tratamento consiste no uso de
pomadas locais, porém, nas lesões mais extensas, ele é complementado com medicamentos por via oral.

É responsabilidade dos proprietários de cães coletarem as fezes de seus animais, onde quer que seja. É muito importante também vermifugar os animais periodicamente, no mínimo, uma vez por ano. Fezes de animais infestados de vermes que não são recolhidas causarão parasitose em outros cães e gatos, e "bicho geográfico" no ser humano.

Vermifugue seu animal de estimação e recolha sempre as fezes dele! Isso é importante para a saúde de todos.

LARVA MIGRANS CULTANEA (BICHO GEOGRAFICO)


A doença de pele chamada "bicho geográfico", que ocorre no ser humano, é causada por um parasita (Ancylostoma braziliense, Ancylostoma caninum, A. stenocephaloa ou Gnathostoma spinigirum) que habita o intestino dos cães e gatos que não são vermifugados periodicamente.

Os animais defecam nas areias, na terra ou nas praças, e os ovos dos vermes se espalham nesses locais.
    
Esses ovos, em presença de calor e umidade, se transformam em larvas que ficam à espera de um hospedeiro, ou seja, um local apropriado onde possam viver.

Quando as pessoas sentam ou pisam em um local infestado, as larvas perfuram o extrato epitelial (pele), mas não conseguem atravessar as camadas mais profundas. Porém, elas se mantém vivas por longo tempo, e passam a caminhar ao acaso, abrindo túneis microscópicos na pele. Essa penetração é comum de ocorrer nos pés e pernas das pessoas.

O tempo do processo pode variar de poucos dias a meses. O sintoma que mais incomoda é a coceira, que à noite chega a ser mais intensa, provocando até insônia.

O diagnóstico da doença no ser humano é fácil, devido ao aspecto dermatológico que a lesão causa. Os túneis causados pelas larvas são visíveis e esses "rastros" dão à pele a aparência do traçado de um "mapa", daí o nome "bicho geográfico". Clique aqui para ver imagens das lesões na pele humana.

Em geral, os antecedentes mais sugestivos são o contato com terrenos arenosos, praias e tanques de areia frequentados por cães e gatos. Por esse motivo, evite andar descalço ou sentar-se sem proteção sobre esses locais.

O tratamento consiste no uso de
pomadas locais, porém, nas lesões mais extensas, ele é complementado com medicamentos por via oral.

É responsabilidade dos proprietários de cães coletarem as fezes de seus animais, onde quer que seja. É muito importante também vermifugar os animais periodicamente, no mínimo, uma vez por ano. Fezes de animais infestados de vermes que não são recolhidas causarão parasitose em outros cães e gatos, e "bicho geográfico" no ser humano.

Vermifugue seu animal de estimação e recolha sempre as fezes dele! Isso é importante para a saúde de todos.

LARVA MIGRANS CULTANEA (BICHO GEOGRAFICO)


                        

A doença de pele chamada "bicho geográfico", que ocorre no ser humano, é causada por um parasita (Ancylostoma braziliense, Ancylostoma caninum, A. stenocephaloa ou Gnathostoma spinigirum) que habita o intestino dos cães e gatos que não são vermifugados periodicamente.

Os animais defecam nas areias, na terra ou nas praças, e os ovos dos vermes se espalham nesses locais.
    
Esses ovos, em presença de calor e umidade, se transformam em larvas que ficam à espera de um hospedeiro, ou seja, um local apropriado onde possam viver.

Quando as pessoas sentam ou pisam em um local infestado, as larvas perfuram o extrato epitelial (pele), mas não conseguem atravessar as camadas mais profundas. Porém, elas se mantém vivas por longo tempo, e passam a caminhar ao acaso, abrindo túneis microscópicos na pele. Essa penetração é comum de ocorrer nos pés e pernas das pessoas.

O tempo do processo pode variar de poucos dias a meses. O sintoma que mais incomoda é a coceira, que à noite chega a ser mais intensa, provocando até insônia.

O diagnóstico da doença no ser humano é fácil, devido ao aspecto dermatológico que a lesão causa. Os túneis causados pelas larvas são visíveis e esses "rastros" dão à pele a aparência do traçado de um "mapa", daí o nome "bicho geográfico". Clique aqui para ver imagens das lesões na pele humana.

Em geral, os antecedentes mais sugestivos são o contato com terrenos arenosos, praias e tanques de areia frequentados por cães e gatos. Por esse motivo, evite andar descalço ou sentar-se sem proteção sobre esses locais.

O tratamento consiste no uso de
pomadas locais, porém, nas lesões mais extensas, ele é complementado com medicamentos por via oral.


É responsabilidade dos proprietários de cães coletarem as fezes de seus animais, onde quer que seja. É muito importante também vermifugar os animais periodicamente, no mínimo, uma vez por ano. Fezes de animais infestados de vermes que não são recolhidas causarão parasitose em outros cães e gatos, e "bicho geográfico" no ser humano.

Vermifugue seu animal de estimação e recolha sempre as fezes dele! Isso é importante para a saúde de todos.