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sábado, 27 de outubro de 2012
Clientes revoltados com agressões a cães tentam invadir pet shop
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Marcus Rodrigues
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18:39
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domingo, 14 de outubro de 2012
CÃES TAMBÉM TEM ALERGIA


Os veterinários são unânimes: essa é a queixa campeã nos consultórios. As substâncias que irritam os bichos de estimação são, no fundo, as mesmas que disparam a alergia em seres humanos, diz a veterinária Tânia Parra, professora da Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo do Campo, no Grande ABC.Dermatite alérgica a picada de pulga (dapp)
Equivale à nossa alergia a picada de insetos só que, nos bichos, a pulga é sempre a maior culpada.
Sintomas: quando uma proteína da saliva do inseto cai na circulação do animal, o organismo reage para combatê-la. Surge a coceira intensa e, em conseqüência, lesões que enfraquecem e derrubam os pêlos. No cão, a região mais afetada é aquela próxima à cauda. No gato, o pescoço é o alvo preferido.
Tratamento: extermine as pulgas e cuide dos ferimentos com medicamentos específicos, receitados pelo especialista.
Dermatite atópica nos animais
Por trás dela, podem existir os mais diversos agentes: pólen, perfume (usado depois do banho em pet shops ou até mesmo o do dono), ácaro, mofo, fumaça de cigarro, produtos de limpeza, lã, remédios, plástico, e por aí vai. É comum no cachorro e bem rara no felino.
Sintomas: muita coceira, vermelhidão e descamação na pele, com lesões provocadas pelas unhas do bicho.
Tratamento: a saída é ficar de olho no ambiente em que o animal vive para afastar a causa. Se você não identifica a razão do coça-coça, pode recorrer a um exame de sangue que, diga-se, é caro e não apresenta resultados precisos. O material é colhido no consultório e analisado nos Estados Unidos. As feridas são tratadas com xampus especiais e medicamentos.
Sintomas: são idênticos aos da alergia atópica.
Tratamento: substitua a ração de sempre por fórmulas especiais. Só que isso nem sempre surte efeito, avisa o veterinário Marcos Fernandes, de São Paulo. Por isso, às vezes eu recomendo refeições caseiras aos bichos muito alérgicos, como arroz ou batata cozida, peito de frango desfiado e um legume, que pode ser chuchu ou abobrinha.
Alergia alimentar em animais
Os cães são as principais vítimas. Aditivos, conservantes e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas são os vilões. Mas, para alguns animais, as reações são disparadas pelas proteínas da carne bovina.Alergia em animais tratada com homeopatia
Já existem medicamentos homeopáticos para as lesões decorrentes de alergias em animais. Além de não provocarem reações indesejadas, custam 70% menos do que remédios alopáticos e podem ser dissolvidos facilmente na água ou no alimento, garante o veterinário Marcos Fernandes. Ele ressalta que o agravamento de alguns quadros após o início do tratamento faz parte do processo terapêutico da homeopatia e não significa que a droga seja ineficaz ou nociva. Para encontrar um especialista nessa área, você pode ligar para a Associação Médica Brasileira de Veterinários Homeopatas.
Revista saúde (on line)
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Marcus Rodrigues
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20:03
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sábado, 13 de outubro de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
O que pode tornar o seu cão agressivo
O seu cão, por mais bem tratado que seja, pode
ficar agressivo. Conheça as possíveis causas disso.
Muitas
pessoas têm ideia errada sobre a agressividade canina. Acreditam que
determinadas raças nunca se tornam agressivas. Ou que o cão tratado só com amor
e carinho jamais morderá ou será agressivo.
Raça e linhagem
Quando
me pedem um comentário sobre ataques de cães, a primeira pergunta que ouço é
sempre se a culpa é da raça ou da maneira como o cão foi criado. Na verdade, a
resposta não é simples – um ataque pode ser determinado por vários fatores.
Não
há raça canina sem indivíduos agressivos. Muitas pessoas se surpreendem quando
se deparam com um Golden Retriever ou um Labrador agressivo. No imaginário
delas, essas possibilidades não existem! Mas elas existem. E não são tão raras
assim, como bem sabe quem trabalha com comportamento canino.
Isso
não quer dizer que uma raça não seja, em média, mais agressiva ou dócil que
outra. Por exemplo, Rottweilers são mais agressivos que Beagles, em média, mas
há muitos Rottweilers mais dóceis do que muitos Beagles.
Outro
fato são as diferentes linhagens de uma mesma raça, cujos exemplares podem ser
mais mansos ou mais agressivos do que a média. Por isso, às vezes, ao querer
prever o comportamento futuro do filhote, é mais importante conhecer o
comportamento típico da sua linhagem do que da sua raça.
Influência da criação
O
modo como lidamos com o cão influencia muito o comportamento dele. A boa
educação pode controlar a tendência a uma agressividade maior e a má educação
pode tornar perigoso um cão pouco agressivo. Mas é muito mais fácil e garantido
educar para ser manso e confiável um cão que tem tendência a ser dócil. Sempre
dando limites para eles.
Amor e carinho não bastam
Quando
atendemos consultas de comportamento, muitas vezes ouvimos gente desabafar que
sempre fez tudo que o cão queria sem nunca lhe faltar amor nem carinho, e que
não entende por que agora ele ataca as pessoas da casa. Mas, para controlar a
agressividade dos nossos cães devemos tratá-los como cães, com hierarquia e disciplina
e exercícios físicos para acidentes, muitas vezes graves, devemos estar cientes
de que a educação correta envolve muito mais do que amor e carinho.
De onde vem à agressividade
Para
a maioria das espécies, a agressividade é fundamental. Fazem, por meio dela, a
defesa do território, de seus parceiros sexuais, dos filhotes, da comida e até
da posição hierárquica. Na grande maioria dos bichos, o comportamento agressivo
é inato, pelo menos em parte, e pode aflorar somente em algumas situações ou
fases da vida. É o caso dos cães machos que, na puberdade, começam a brigar com
outros cães machos. E dos filhotes que se tornam agressivos ao disputarem uma
teta da mãe ou ao tentarem garantir que o sono não seja perturbado pelos irmãozinhos.
Vários tipos de agressividade
Podemos
dividir o comportamento agressivo em classes, para melhor entendê-lo e
controlá-lo. Independentemente dos critérios adotados, mais complexos ou mais
simples, em geral as classificações se assemelham.
Agressividade territorial
Normalmente,
um cão fica mais agressivo no território dele, para defendê-lo. Muitos cães
aceitam outro cão quando estão em espaço neutro, mas passam a atacá-lo se ele
entrar no território deles ou ameaçar entrar.
Agressividade possessiva
Manifesta-se
quando alguém se aproxima de um objeto, de um animal ou de uma pessoa de quem o
cão tem “ciúmes”. Ocorre, por exemplo, quando ele está com algo que considera
valioso, como um osso com pedaços de carne. Acontece também quando uma visita
abraça ou cumprimenta o dono do cão.
Agressividade por medo ou dor
Às
vezes, para se defender, o cão acuado pode atacar o agressor. Ou, ameaçá-lo
mostrando os dentes e rosnando, para evitar que chegue perto demais. Um cão com
dor, por medo de que outro bicho ou uma pessoa se aproveite dessa
vulnerabilidade, tende a ser agressivo. Esse é o principal motivo que leva cães
atropelados a atacar a pessoa que tenta socorrê-los.
Agressividade por dominância
Serve
para mostrar quem manda. Costuma acontecer quando é questionada ou contrariada
a dominância de um cão que se considera líder do grupo.
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Marcus Rodrigues
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07:39
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
TUMOR MAMÁRIO CANINO: UMA ROTINA NA CLÍNICA VETERINÁRIA
Ana Carolina Braga Nogueira
Médica veterinária
formada pela Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC
Introdução
Apesar dos grandes progressos que a
Medicina Veterinária vem conquistando ao longo do tempo para a melhoria do bem
estar e da saúde animal, o tumor mamário canino (TMC) ainda é uma rotina dentro
da clínica médica e cirúrgica de pequenos animais, sendo responsável por
aproximadamente 52% de todos os tumores que afetam fêmeas da espécie canina
(QUEIROGA & LOPES, 2002). São identificados em ambos os sexos, sendo bem
mais freqüente em fêmeas, principalmente em animais de meia idade e idosos.
Além disso,o TMC é uma patologia mais comum em cadelas do que em outras
espécies (BOCARDO et al, 2008).
Alguns fatores contribuem para o
aparecimento dos tumores mamários, como a idade, histórico reprodutivo e a
influência de certos hormônios (NOGUEIRA & BRENTANI, 1996). Outras
predisposições ao TMC são as pseudoscieses e a administração de contraceptivos
ao longo da vida do animal (O’KEEFE, 1997).
A importância do estudo desta enfermidade
vem aumentando, já que a freqüência de relatos de casos é cada vez maior assim
como o interesse de utilizar o tratamento dessas lesões como modelo comparativo
para o tumor mamário em mulheres devido à similaridade de ambas as patologias
(SCHNEIDER, 1970; PELETEIRO,1994; DALECK et al., 1998).
Este artigo tem como objetivo instruir
proprietários de cães, especialmente de fêmeas, para medidas preventivas,
formas de diagnóstico e tratamentos do tumor mamário canino.
Revisão
de literatura
A cadela apresenta entre 4 a 6 pares de
glândulas mamárias, podendo variar de acordo com cada animal. Ao apresentar um
tumor, seja este benigno e/ou maligno, uma ou mais glândulas podem estar
envolvidas.
O tamanho dos tumores pode variar de 0,5
centímetros de diâmetro até mais de 15 centímetros, chegando, em alguns casos,
a progredir para ulcerações cutâneas ou reações mais severas de inflamação
(Figura 1).
Tumores benignos geralmente apresentam-se
menores que 3 centímetros, firmes à palpação e bem circunscrtitos. Já os
malignos possuem tamanho maior que 5 centímetros, bem aderentes aos tecidos,
provocando muitas vezes a ulceração cutânea. Em alguns casos, pode ocorrer
metástase, ou seja, a migração do tumor para outros órgãos, especialmente
pulmão e linfonodos, mas também pode acometer rins, fígado, baço, pele,
adrenais, encéfalo, olhos e esqueleto.
Fatores hormonais podem induzir o
surgimento do TMC, pois já foi comprovado que a ação da prolactina, do
estrógeno, progesterona, andrógenos e até hormônios tireoidianos circulantes em
excesso podem estimular e aumentar o número dos seus receptores, provocando um
descontrole hormonal (NOGUEIRA & BRENTANI, 1996).

Também foi relatado a predisposição
de tumores mamários em cadelas que apresentaram pseudosciese assim como aquelas
que receberam aplicações de contraceptivos durante a sua vida reprodutiva,
demonstrando, assim, a ação prejudicial destes fármacos geralmente utilizados
de forma negligente e sem orientação veterinária.
Estudos atualmente apontam a
ovariosalpingohisteretomia, ou seja, a castração de fêmeas como uma alternativa
para prevenir o aparecimento desta patologia. Isto porque como alguns hormônios
sexuais participam do desenvolvimento de tumores mamários, a cirurgia de
retirada dos ovários e tuba uterina inibe a secreção destes, diminuído
consideravelmente a incidência do TMC. Segundo DEL PINTOR et al.(2008), o risco
de desenvolvimento de tumor de mama em cadelas castradas antes do primeiro cio
é de 0,05%, aumentando para 8% em cadelas castradas antes do segundo cio e 26%
naquelas castradas após o segundo cio.
O diagnóstico baseia-se no exame físico e
no resultado histopatológico da biópsia. Além disso é importante a realização
de hemograma para uma avaliação geral das condições de saúde do animal e uma
radiografia torácica no intuito de investigar possíveis metástases.
O tratamento de eleição é a cirurgia para
a remoção dos nódulos, podendo esta ser curativa ou melhorar a qualidade de
vida do paciente. A seleção da técnica cirúrgica dependerá do número e da
localização do tumor, do estado clínico do animal, da preferência do cirurgião
e das características clínicas dos nódulos, tais como tamanho, aderência e
ulceração. É de suma importância a retirada de todo o tumor e parte dos tecidos
adjacentes, muitas vezes o cirurgião tendo que optar pela retirada de toda a
cadeia mamária.
Outras formas de tratamento menos
empregadas na clínica veterinária são a quimioterapia e a terapia hormonal,
porém devido aos poucos estudos realizados não é comprovada a eficácia destas
terapias.
O prognóistico do TMC varia de acordo com
as características do tumor, podendo apresentar-se de bom a reservado.
Geralmente, quando um tumor mamário é diagnosticado como maligno, o animal pode
apresentar mestástases mesmo após a realização da remoção cirúrgica da mama,
tendo uma sobrevida de 18 a 24 meses.
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Marcus Rodrigues
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17:02
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domingo, 3 de junho de 2012
Parvovirose canina
A parvovirose é uma doença muito comum e causadora
de 80% de morte nos filhotes contaminados. Não é transmitida ao homem. Ela pode
atingir cães em todas as idades, daí o cuidado em se manter o cão vacinado
anualmente.
A
transmissão da parvovirose se dá pela via fecal-oral pela eliminação de uma
quantidade maciça de parvovírus nas fezes dos cães infectados. Como o vírus
pode permanecer infeccioso por muitos meses no ambiente, a contaminação
ambiental exerce um papel importante na transmissão, devendo ambientes
contaminados ficarem sem receber outro animal por, no mínimo, um ano.
Os sinais da enteropatia ocorrem geralmente cinco dias após a exposição ao
vírus e a virose pode infectar cães de qualquer idade, sendo que, a incidência
da doença clínica é em cãezinhos entre o desmame e os seis meses de idade.
Apesar de os cãezinhos mais jovens que seis semanas encontrarem-se geralmente
protegidos por imunidade materna passiva, e os animais mais maduros imunizados
ou soroconvertidos a partir de infecção subclínica.
Recomenda-se a vacinação protocolar de filhote (três doses de vacina) para
quase todas as raças de cães, com exceção de Rotwailler e Doberman, raças
bastante suscetíveis, que devem receber quatro doses de vacina contra a
parvovirose.
Os sintomas clínicos da Parvovirose são:
• Anorexia, depressão, febre, vômito, diarréia fluida intratável (que pode ser
abundante e hemorrágica) e desidratação rápida e progressiva;

• Nos cãezinhos muito jovens e nas raças altamente suscetíveis pode ocorrer
morte geralmente atribuída à desidratação, desequilíbrio eletrolítico, choque
endotóxico ou septicemia bacteriana debilitante;
• A falta de higiene, o estresse, infecções bacterianas secundárias ou
intercorrentes como cinomose, coronavirose, salmonelose, campilobaciloses e
parasitismo intestinal podem aumentar a severidade da enfermidade;
• A infecção intra-uterina ou pós-natal pode causar miocardite neonatal;
• Os cães adultos não imunizados podem apresentar infecções suaves ou
inaparentes que resultam em soro-conversão.
Prevenção:
A prevenção da parvovirose
se faz com vacinação, de acordo com o protocolo determinado por cada
veterinário. Recomenda-se uma dose inicial aos 45 dias com dois reforços ou três com
intervalo de 21 dias.
Importante frisar que o
Parvovírus, por ser não envelopado, permanece por até cinco meses no meio
ambiente, portanto deve-se fazer uma desinfecção rigorosa e evitar contato
entre cães não vacinados no mínimo até o primeiro reforço e de preferência até
completar todo o ciclo vacinal.
O
diagnóstico deve ser feito também através de exames laboratoriais, pois existem
algumas verminoses e intoxicações que podem ser confundidas com a parvovirose,
se muito intensas.
Todas e quaisquer doenças
dos cães devem ser tratadas por um veterinário.
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Marcus Rodrigues
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17:58
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terça-feira, 22 de maio de 2012
CÃES NO INVERNO,MUITO CUIDADO!
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Quando a temperatura começa a baixar,
não são só os humanos que sentem frio, os animais também. Os mais afetados
são os de pelagem curta. Algumas raças, como o Husky Siberiano, Alaska e o
São Bernardo, possuem características que os fazem mais resistentes ao frio
(sub pelo e maior camada de gordura sob a pele). Podemos observar que no
frio, algumas doenças aparecem com maior frequência. Por isso, devemos
preparar nossos animais para atravessarem o inverno.
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O
cão pode apresentar sinais clínicos que lembram muito o resfriado humano, com
tosse, espirros, febre, falta de apetite e coriza. Nome a esse quadro de
traqueobronquite ou "tosse dos canis". Essa doença pode aparecer em
qualquer época do ano, porém, há uma maior predisposição nos meses frios pela
baixa temperatura. A
doença pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos e é altamente contagiosa
entre os cães através do contato direto entre os animais. Converse com seu
veterinário sobre essa doença.
Além
das doenças respiratórias, os animais idosos com problemas osteoarticulares
como artrose, calcificações na coluna ou hérnia de disco,
passam a sentir mais dor quando expostos a baixas temperaturas.
inverno:
Evite banhos em dias muito frios e diminua a frequência de banhos no inverno (se possível);
Mantenha a pelagem do animal mais comprida no inverno, evitando tosas muito baixas;
Coloque roupa no cão de pelagem curta, caso ele se ressinta muito do frio. Existem animais que tremem de frio exageradamente! Cães grandes e gatos não toleram roupas; para esses cães aconselhamos aquecer água e colocar algumas vasilhas de garrafas pets e deixar próximo da cama deles.
Vacine seu cão anualmente contra a traqueobronquite, se ele frequenta locais com outros animais (pet shops, hotéis para cães, exposições);
Quando der banho em seu animal, use água morna e seque-o bem. Não deixe que ele saia na rua, no mínimo por 30 minutos após o banho. Isso vale, principalmente, para cães que tomam banho em pet shop, pois o secador é extremamente quente e haverá um choque de temperatura se ele sair no frio;
Leve seu cão para passear na rua nos horários mais quentes do dia (das 11:00 as 15:00hs);
Providencie uma casinha para seu animal, caso ele viva em um quintal, ou deixe-o preso num local abrigado como garagem, lavanderia, ou mesmo dentro de casa, quando a temperatura estiver muito baixa. Assim, quando você estiver quentinho, embaixo dos cobertores, poderá dormir tranquilo, com a certeza que seu amigão não está passando frio!(neste caso não se esquece das garrafas pets com água morna).
Postado por
Marcus Rodrigues
às
12:56
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