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sábado, 14 de abril de 2012

OPERAÇÃO LABRADOR EM SANTA CATARINA (CATÁSTROFE DE 2008)

A equipe ETOO DOGS Homenageia os integrantes da Força Nacional e cães farejadores que ajudaram no resgate e socorro às vítimas das enchentes em Santa Catarina em 2008. Em 11 dias de operação foram salvas mais de 400 pessoas em áreas isoladas dos municípios de Itajaí, Gaspar, Jaraguá do Sul, Ilhota, Luís Alves e Blumenau. Também foram localizados oito corpos. Os 45 integrantes da Força enviados ao estado pertencem ao Corpo de Bombeiros Militar, especialista em operações de salvamento. A missão recebeu o nome de “Operação Labrador”, por causa da predominância da raça entre os 12 cães que participaram das buscas. Os homens da Força Nacional de Segurança Pública chegaram a Santa Catarina no dia 26 de novembro. O ministro da Justiça daquela época , Tarso Genro, atendeu o pedido do governador Luiz Henrique. Dois integrantes da Força foram atingidos por um deslizamento de terra no morro do Baú, na divisa entre os municípios de Luiz Alves e Ilhota.Os soldados Pithan e Vieira que hoje são sargentos ambos foram promovidos por ato de bravura,pelo governador do estado.

domingo, 8 de abril de 2012

CINOTERAPIA- INCLUSÃO SOCIAL EM ILHÉUS-BA




PROJETO PATAS QUE CURAM




O Projeto Cinoterapia é uma das propostas de atendimento aos alunos do colégio SONHO MEU, pioneira nesta modalidade na cidade de Ilhéus-BA, realizada através da parceria entre a equipe de adestramento ETOO DOGS  e as veterinárias: Drª Isabela Garcia do pet shop PETCETERA  e Drª  Carol  do pet shop DEDAL CATDOG. 
Foi reiniciada dia 21 da abril mais  uma terapia assistida por cães no colégio SONHO MEU, onde profissionais de diversas áreas utilizam este instrumento como reforçador, estimulador e facilitador da reabilitação global do assistido.


Segundo Venturoli (2004) que cita em um dos seus artigos que animais de estimação satisfazem e estimulam várias necessidades humanas,ajudando na saúde física e emocional ao aprendizado intelectual. Pesquisas demostram que pessoas que têm um bicho de estimação estimula rapidamente  habilidades cognitivas e sócio-emocionais.

Os cães do PROJETO PATAS QUE CURAM interagem com os alunos na comunicação e brincadeiras  que facilitam suas convivências e a reabilitação com os demais membros de grupo e ajudam a fazer amizades e encarar e vencer a vida com otimismo .

No Projeto Cinoterapia  em Ilhéus –BA ,  as pessoas, em sua maioria crianças e adolescentes, são estimuladas pela presença de cães e assim conseguem se desenvolver de uma forma mais rápida e eficaz. O cão motivador é conduzido nas sessões por profissionais capacitados e os alunos  acompanhados por profissionais do colégio habilitado, compondo um conjunto de sucesso.  

A Terapia assistida por cães (TAC), Cinoterapia, vem demonstrando ao longo dos tempos ser uma forma de abordagem muito útil e eficaz para a melhora do indivíduo em diferentes quadros de patologias.


































quinta-feira, 22 de março de 2012

LINDA IMAGEM

ESSE TAPETE AQUI É A NOSSA NOVA AQUISIÇÃO PARA O PROJETO PATAS QUE CURAM/2012, QUE JÁ TEM DATA MARCA PARA SEU INÍCIO. SERÁ NA QUARTA FEIRA 28/03/2012 NA ESCOLA SONHO MEU NO BAIRRO DO SAVOIA. MILÚ É O NOME DESSA "LADE" QUE VEIO PARA SOMAR E DAR ALEGRIA ÀS CRIANÇAS DA ESCOLA SONHO MEU QUE ESPERAM POR ESSE DIA. .





 AQUI A NOSSA VETERANA DO "PROJETO PATAS QUE CURAM" SE RECUPERANDO DA SUA CRIA LINDAS CRIANÇAS DE "KIARA" A PRINCÍPIO ELA NÃO PODERÁ COLABORAR CONOSCO MAS ESTÁ FELIZ COM SEUS MENINOS.
   


terça-feira, 6 de março de 2012

MATILHA DE LOBOS 1



Os lobos costumam viver em grupos organizados hierarquicamente. A natureza das matilhas de lobos está mais relacionada à ordem do que com a ferocidade. A complexa dinâmica da matilha de lobos se assemelha mais à de uma turma de adolescentes que a um grupo de animais selvagens. É claro, eles ainda espreitam a presa, como alces ou coelhos e travam lutas ferozes uns com os outros, mas você vai descobrir que esses caninos obedecem a uma hierarquia de grupo incrivelmente sofisticada. 
Os lobos se organizam naturalmente em matilhas para manter a estabilidade e ajudar na caçada. As matilhas são geralmente grupos de três a sete lobos liderados por um macho alfa e uma fêmea alfa - ou casal alfa. A partir daí, os filhotes do casal e possivelmente lobos mais jovens sem parentesco compõem o resto da matilha. 
O líder da matilha não é necessariamente o macho alfa. A fêmea alfa pode liderar em certos grupos, uma vez que a classificação dos lobos se baseia na força e na capacidade de ganhar lutas. Embora outros lobos dentro da matilha possam copular quando as presas são abundantes, o casal alfa normalmente é o único a se acasalar. Várias lobas na mesma matilha podem, no entanto, causar problemas porque lutam umas com as outras com mais freqüência do que os machos. 
O lobo beta vem a seguir. Eles atuam como o segundo em comando, tomando posse caso o macho alfa morra e possivelmente acasalando também com a fêmea alfa. Quando um alfa fica fraco ou muito velho para liderar a matilha de maneira eficaz, o lobo beta pode desafiá-lo para uma briga, depois da qual o vencedor assume o comando. 
No degrau inferior da escada, está o lobo ômega, que é o mais fraco e com o qual a matilha menos se preocupa. Aviltado por outros membros, o lobo ômega recebe a violência da agressão no mundo dos lobos, particularmente durante brigas entre matilhas. Às vezes, esse antagonismo culmina no ponto em que o lobo ômega deixa a matilha e parte para viver isolado do grupo. Mas o lobo ômega também instiga a brincadeira entre os lobos para aliviar as tensões. 
 Nesse ambiente de lei do cão (ou lei do lobo), qual é o comportamento que prevalece? Eles se odeiam ou simplesmente têm uma maneira diferente de demonstrar afeição? Descubra a resposta na próxima matéria.





quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

UM CÃO CEGO, TREINANDO PARA SER GUIA DE CEGOS!


                                          Por: Osmair Manchope.




-Pouco antes de completar 2 anos o adestrador Osmair Manchope observou que o olho esquerdo de Thorben estava esverdeado. Thorben foi levado imediatamente ao seu veterinário, que o encaminhou para um colega de Maringá-PR e, depois, a uma veterinária especialista em oftalmologia. Foi diagnosticado que Thorben tinha uma doença genética na retina, que o levaria gradativamente à cegueira total. Thorben foi levado à Universidade Estadual de Londrina para outra avaliação, mas, infelizmente, o diagnóstico inicial foi confirmado. Thorben ficou cego primeiro do olho esquerdo e em meados de 2011, quase aos (7) sete anos, ficou cego totalmente do olho direito também.

 -O Thorben è um cão muito inteligente, aprende com facilidade, é alegre, brincalhão, carinhoso, muitíssimo dócil. Vai receber na porta todos os familiares que chegam a casa e faz a maior festa. Não gosta de ficar sozinho, está sempre procurando companhia de alguém da casa. 
-Aprendeu a se deslocar dentro de casa, no jardim e no quintal, sabe desviar dos obstáculos conhecidos, pois decorou todas as rotas domésticas. Na garagem desvia dos carros estacionados dando a volta e entra pela porta da sala com facilidade. Não podemos deixar qualquer obstáculo desconhecido em suas rotas (como cadeiras fora do lugar, portas entreabertas) senão, ele pode colidir com eles. A ração e a água ficam sempre no mesmo lugar. 


-Dorme na sala de TV em sua almofada muito fofa, que ele adora. Sabe que não pode subir no sofá e muito menos nas camas, mas, de vez em quando no inverno ele dorme no sofá (ninguém vê, pois quando escuta um barulho ele desce rapidinho, mas ficam os vestígios do crime).



-Adora tomar banho e sabe direitinho o dia da semana que o pessoal do pet-shop vem pegá-lo, pois fica ansioso esperando no portão (achamos que ele deve ter associado o dia que o quintal é lavado, na sexta-feira, c/ o dia do banho). Mas nada igual aos sábados, quando passeia com o seu adestrador. Logo cedo fica muito ansioso e anda constantemente do portão à porta da sala, num vai-vem até o Osmair chegar. Como sabe que é o dia do passeio?


  
Silvia proprietária do thórbem.


Osmair Manchope (Central Adestramento), comenta:


Sendo eu quem o adestrei há anos atrás e em seguida apenas fazia um passeio todos os sábados, depois de eu ter concluído especialização em formação de cão guia para deficientes visuais foi que tive a ideia em janeiro de 2012 de fazer um trabalho com o Thórbem par lhe dar melhores condições de locomoção dentro e fora de seu habitat.

Criei alguns comandos para serem usados durante os passeios para que eu conseguisse fazê-lo andar comigo e com seu dono futuramente pelas avenidas e ruas da cidade sem guia, (sem ser guiado) e sem colidir-se com obstáculos que encontrar pelos trajetos que são sempre diferenciados e aguardar para fazer a travessia de ruas no momento certo.

Fizemos apenas 10 aulas, Thórbem ainda não está pronto como quero que ele fique, mas tanto eu como os proprietários dele estamos felizes e emocionados com o desenvolvimento que ele vem demonstrando neste pequeno período de aprendizado, deixo claro também que não estou visando lucros nesta minha tarefa, é mais um desafio para minha profissão e os proprietários também vieram a ter conhecimento de que eu estava fazendo este trabalho a poucos dias quando fui apresentar-lhes o que o cão já havia aprendido.



-Data de nascimento: 01/10/2004

-Cidade de nascimento: Cascavel, PR

-Raça:labrador

-Pelagem: amarela

-Cidade onde vive: Astorga, PR

-Início do adestramento: aos 5 meses

-adestrador: Osmair Manchope (central adestramentos).

-Saúde: ótima

-Vacinas em dia.





sábado, 25 de fevereiro de 2012

ANATOMIA CANINA


Todos os cães são primariamente carnívoros, com dentes especialmente adaptados para comer carne e triturar ossos. Por terem sido caçadores, na origem, possuem sentidos agudos para detectar a presa (visão, olfato) e têm músculos poderosos, que lhes possibilitam correr a grande velocidade e dar arrancadas.
Os cães andam apoiando-se nos dedos (e não na planta dos pés). Isso lhes garante maior agilidade. E para solucionar problemas como caçar animais maiores, os cães se unem em matilhas.
ESQUELETO
O esqueleto desempenha no cão, da mesma forma que em todos os animais vertebrados, diversas funções de armação que asseguram a indispensável sustentação do corpo, protegem os órgãos vitais e servem de área de inserção à musculatura, auxiliando assim na locomoção do animal.
O esqueleto compõe-se de duas partes principais: o esqueleto axial e o esqueleto apendicular (membros). O esqueleto é composto também pelo crânio, osso hióide, as costelas e o esterno. Por último, o macho tem um osso a mais, o peniano.
A coluna vertebral compõe-se de 7 vértebras cervicais, 13 vértebras torácicas, 7 vértebras lombares, 3 vértebras sacrais e de 6 a 20 vértebras coccígeas. Nas 13 vértebras torácicas articulam-se 13 pares de costelas, a última das quais se chama flutuante por não Ter conexão cartilaginosa com o esterno.
O esqueleto do cão só estará totalmente formado nas raças de porte médio por volta de um ano de idade. Observa-se uma fase de crescimento rápido, que termina aos 6 a 7 meses na maioria das raças. Em seguida, o crescimento ósseo é mais lento e pode ser considerado completo por volta de um ano e meio nas raças de porte grande.

São tecidos menos duros que os ossos e desempenham várias funções. Podem fazer parte do próprio osso (costelas e vômer), ajudar no seu crescimento (cartilagens de crescimento) ou tomar parte nas articulações, quer como coxins, quer como tiras de ligamento.
As peças ósseas conectam-se entre si por pontos chamados articulações, a fim de permitir a estruturação do esqueleto e a realização dos movimentos ósseos necessários ao desempenho das funções do organismo. Dividem-se em:


Articulações móveis: Também chamadas articulações verdadeiras. Permitem amplos movimentos. São as articulações do cotovelo, coxofemural, e do joelho.


Articulações imóveis: São articulações unidas por tecido fibroso e/ou cartilaginoso, de forma que praticamente Impedem o movimento. Exemplo: suturas cranianas, sínfise mentoniana e do púbis.

Articulações semi-móveis: Possuem características comuns às duas anteriores, são constituídas por lâminas fibrocartilaginosas e também ligamentos. Exemplo: articulações intervertebrais.



CINOTERAPIA - CÃES AJUDAM NA REABILITAÇÃO EM ILHÉUS

29 de janeiro de 2012 por Equipe ETOO DOGS PROJETO  PATAS QUE CURAM
A cerca de dez meses a uma terapia que conta com a ajuda de cachorros na recuperação de pacientes com problemas psiquiátricos. A cinoterapia, ou a Terapia Assistida por Cães (TAC) é uma forma diferente de interagir com o mundo. O trabalho é pioneiro em Ilhéus e vem dando resultados. Trazida para Ilhéus-ba pela equipe do PROJETO PATAS QUE CURAM a cinoterapia tem contribuído positivamente no tratamento na recureração dos alunos do COLÉGIO SONHO MEU EM ILHÉUS. A iniciativa contribui de diversas maneiras. A presença dos cães estimula o desenvolvimento sensório-motor, neurológico e psíquico. “Essa é uma prática muito difundida nos Estados Unidos em instituições de reabilitação. É uma verdadeira porta de entrada para a reabilitação dos pacientes”. Há pouco tempo vem prestando serviço no colégio sonho meu ,a equipe é forma da por:Drª Isabela e Drª Carol(médicas veterinárias)e Itayron Santana e Marcus Rodrigues que apresentaram o projeto da cinoterapia à direção do Colégio e, desde então, começaram a utilizar os seus próprios cães, na rebilitação dos alunos. "Com os cães, os pacientes são estimulados com a cordenação motora e palestra de higiene, respeito com o próximo como a cinoterapia , responsável pelo bem-estar”dos alunos. Cinoterapia é preferência entre os pacientes.“Alguns paciente eram bastantes agressivos , estavam prestes a agredirem os professores com a chegada dos cães eles pararam e começaram a tratar os professores com respeito e houve um resultado incrível em casa com os pais e dando carinho aos cães. Com a intenção de tornar a iniciativa da terapia com cães , a equipe tem contado com a ajuda dos setores de psicologia, nutrição, medicina e ainda da terapia ocupacional do do colégio. Eles estão sendo acompanhados diariamente para ver como anda o comportamento, a interação social desses pacientes. Nosso objetivo é produzir um artigo científico e catalogar essa prática a fim de torná-la uma terapia reconhecida, reforça em Ilhéus e abranger o projeto nas clinicas e hospitais da cidade .Além do trabalho da cinoterapia, que acontece às sextas-feiras no colégio. Lá, os cães auxiliam no tratamento de crianças especiais.